Sarah & Fernando | Um casamento documental com estética editorial e história em cada detalhe

Casamento no Clube Casa de Campo em Gaspar-SC

O casamento da Sarah e do Fernando aconteceu no Clube Casa de Campo, em Gaspar, em um cenário que já fazia parte da história deles.

A cerimônia foi realizada no gramado onde, todos os anos, eles celebravam o Dia dos Namorados com piqueniques. Um lugar que já carregava memória, afeto e significado — e que, naquele dia, se transformou no cenário do casamento.

Um amor que começou na adolescência

A história dos dois começou ainda na adolescência e cresceu com o tempo, sempre tendo a música como fio condutor.

Filha de musicista, Sarah sempre teve uma conexão muito forte com a música clássica e com os instrumentos. Esse universo esteve presente em toda a construção do casamento.

O piano de cauda branco, um dos grandes sonhos dela, marcou presença no cenário — não apenas como elemento estético, mas como símbolo de uma história que sempre foi guiada pela música.

Tons de verde e branco em um casamento elegante e atemporal

A paleta do casamento seguiu tons de verde e branco, criando uma atmosfera leve, elegante e atemporal.

O buquê de peônias brancas foi um dos detalhes mais especiais. Difícil de encontrar, exigiu esforço e intenção — e, justamente por isso, ganhou ainda mais significado ao fazer parte do dia.

A estética do casamento transitava entre o natural e o sofisticado, equilibrando o cenário ao ar livre com escolhas visuais refinadas.

Um casamento construído com história e vínculos

Cada detalhe do casamento da Sarah e do Fernando tinha contexto.

A estilista responsável pelo vestido já fazia parte da história da família, tendo criado também o vestido da irmã. O salão onde Sarah se arrumou era o mesmo que cuidava do seu cabelo desde sempre. Já Fernando, se arrumou no apartamento em que a partir de agora, é chamado de lar.

Essas escolhas vão além da estética — elas constroem um casamento com raízes, com continuidade, com memória.

Tudo ali fazia sentido porque vinha de um lugar verdadeiro.

Fotografia documental com liberdade e direção

Desde o início, Sarah trouxe referências claras para a fotografia, com uma visão alinhada ao que queria construir.

Ao mesmo tempo, existia confiança. Liberdade para olhar, dirigir quando necessário e registrar com sensibilidade o que estava acontecendo.

Esse equilíbrio entre direção e espontaneidade é o que define uma fotografia documental com pegada editorial: imagens que têm intenção estética, mas que continuam sendo reais.

O resultado é um registro que não apenas mostra como foi, mas traduz como foi sentido.